A Palavra que Cuida é um grupo de escrita terapêutica especialmente pensado para mulheres. Durante os encontros, abordaremos tópicos importantes como cuidado, passado, relacionamentos, diversão, morte, sonhos e desejos. Vamos ter como base da nossa escrita os princípios do mindfulness, que consiste em focar a atenção no momento presente de forma ativa e aberta, sem julgamentos. O objetivo é promover o autocuidado por meio da escrita, auxiliar a gerar clareza mental, reduzir o estresse, a ansiedade e sintomas de depressão.
A escrita terapêutica é uma ferramenta valiosa que nos ajuda a nos conhecer melhor, resolver problemas que têm impactado nosso bem-estar e liberar nossas emoções, uma vez que o foco da escrita são os sentimentos, pensamentos e emoções. Durante os encontros, teremos a oportunidade de colocar em palavras tudo aquilo que tem passado pela nossa mente, promovendo o autoconhecimento e contribuindo para o nosso bem-estar físico e emocional.
Encontros para escrever a partir de tópicos de escrita propostos pela facilitadora.
O grupo tem por objetivo proporcionar um ambiente seguro para a nossa escrita. Por isso, nossos encontros não serão gravados.
Primeiro Ciclo 2025
Segundas, das 14h às 15h
10, 17, 24 e 31 de março e 07, 14 de abril
R$ 197,00
(em até 12x no cartão de crédito)
(@vivimarchezini_psicoterapeuta)
é psicóloga clínica há quase 20 anos, mestre em Teoria e Pesquisa do Comportamento, mãe e escritora com textos publicados em coletâneas da editora Escritoras Brasileiras.
A escrita terapêutica é também chamada de escrita expressiva. É uma escrita em que o foco são as emoções, sentimentos e pensamentos, e os contextos em que eles são evocados ou como esses contextos impactam ou impactaram a pessoa que escreve.
O propósito é descrever o que se sente, por meio de palavras escritas, a fim de gerar entendimento para si mesmo.
Não é uma escrita criativa, em que se cria uma ficção, e nem uma escrita informativa. Então não tem também o objetivo de publicação ou de tornar público, embora você possa mostrar o que escreveu para alguém em quem confia.
Da mesma forma que se introduz qualquer outra coisa na rotina: veja um horário que seja possível para você se dedicar àquilo, de preferência alinhado a alguma outra rotina já bem estabelecida. É interessante que se tenha um tempinho depois da escrita para refletir sobre o que se escreveu. Além disso, quando se inicia o processo em grupo o comportamento tende a se fortalecer.
Ela pode ter efeitos terapêuticos (e muitas vezes tem, como relatam muitos escritores e escritoras). Criar uma narrativa ficcional ou poesia a partir de um evento ou sentimento pode ajudar a transformar o que se sente a respeito dele. Mas não tem esse objetivo.
Não. Embora a escrita terapêutica seja uma ferramenta que pode ser utilizada separadamente ou fazendo parte de um processo psicoterapêutico, ela não substitui a escuta especializada nem as intervenções embasadas teoricamente que uma psicoterapia oferece. Se você estiver passando por dificuldades emocionais, procure ajuda especializada além do grupo de escrita terapêutica.
Para que cada vez mais mulheres escrevam, publiquem e sejam lidas!
A primeira Escola exclusiva para Escritoras. Para que cada vez mais mulheres escrevam, publiquem e sejam lidas!